terça-feira, 11 de maio de 2010

É Doutor, pirei...

É doutor, te digo sim porque estou aqui

Se é que quer saber a minha história

Eu pirei em todos sentimentos e sentidos

A velha nova estória da família e da vida


Não me preocupo com o que irá pensar

Foi o que vivi, faz parte de mim

Não preciso negar nem esconder

Ocorreu como conseqüências


Veio carregado de pressões

Vários os lados direções

De onde esperava o aconchego

Vieram as dores doentes


Não vejo como fraqueza

Nem preciso de que passem por isso

Para provar que também cairão

Isso não é vergonha é vida


Cheguei a um ponto de saturação

Mas isto tem seu lado bom

Me conheci e aprendi com os demais

Há pessoas importantes na vida


É doutor não me olhe como insano

Estes podem ser os considerados sãos

Não são os loucos a saber:

O impossível não existe?


Trato aqui de amizade

Sim também de família

Sim também de confiança

Trato aqui de amizade


Sabe quando diz:

Na lanterna dos afogados

A minha pilha havia esgotado

Mas acenderam a luz para mim


Se cria nesse momento

Um vínculo único

Pra vida inteira


Hoje saí daquela que tomou o meu tempo

Os resquícios permanecem mais como aprendizado

O vento sopra o barco eu toco

Vou atrás do que vale viver


Porque pelo o que não vale viver

Já decidi

Vou deixar pra depois

Depois que eu sair daqui!

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