Esta palavra, em sua forma correta de ser escrita e em seu significado mais aparente, se fez presença recorrente na minha vida a partir deste ano, não que em anos anteriores não tenham ocorridos desencontros, mas ao retratá-los, tal termo não se destacava.
Curioso, ao ocorrerem os desencontros as primeiras reações eram os tradicionais olhares para o nada, o tombamento do pescoço “diagonal para baixo” e a expressão de “interrogações” na face. Mas o que vem depois?
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Decepções
Reconciliações
Encontros ao acaso
Desencontros recorrentes
Os encontros desencontrados
Mais tempo para a família : - )
Risadas e estórias com os amigos
Auto-encontro após algumas reflexões
Uma “cuca fundida” – valeu Woddy Allen
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Por último, embora eu não esteja procurando o limite que restringe, faça desta sua experiência (e aqui não estou desejando que aconteça com você) um momento de aprendizagem e que possa lembrar-se dos desencontros como hoje eu lembro, um esboço de sorriso nos lábios, certo saudosismo e imagens imaginadas do que poderia ser, não foi e o que foi em seu lugar.
É, também acho que o “fantástico mundo de Bob” é pouco pro que passa aqui...
Doido seu texto..gostei..
ResponderExcluirEngraçado, me fez lembrar o techo de uma música chamada "Zé da Silva e tantos outros"..
"Já andei por tanta estrada
Já venci tanta cilada
E no caminho fiz ser ouro a minha prata
No meu mundo não tem fadas
Mas a mão de Deus me alcança
Já chorei por tanta causa
Já sorri por tantas outras
E a mistura destes sentimentos tantos
Tanto riso, tanto pranto
Verso escrito no meu rosto
Misturei meu sangue em outro
Quando a dor fez alvoroço
Veio a calma da cantiga
Fiz plantio de outro verso
Desbravei outro universo
Aprendi ser trovador
Em cada porto e despedida dessa vida
Esqueci meu coração batendo lá
Aos poucos tranformei-me em tantos outros
Sou de cada povo um pouco
E hoje a terra inteira é o meu lugar"
(Pe Fábio de Melo)