quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Um brinde à gratuidade!

Hoje li algumas páginas que me inspiraram, até então não havia reparado na grandeza da “gratuidade”.
Já pensou? Algo que é gratuito ter tanto valor. Isso pode dar um nó em muitos pensamentos mas vamos desembaraçando...
Por mais que algumas colocações possam parecer obrigações ou papéis de seus atores, há gratuidade e de fato aí está o seu valor.
Havia me esquecido o tanto que isso é bom, faz bem.
Quando pensamos em um bom amigo, o que o diferencia de amizades oportunistas? De certa forma, tudo o que pensamos remete à gratuidade de suas ações, não é uma relação de esperar em troca. O amigo oferece gratuitamente seu tempo, seus ouvidos e atenção e carinho em uma conversa. Oferece suas capacidades ao tentar encontrar soluções para as situações que o apresentamos. Oferece sua alegria e presença em nossa vida.
Ao pensar na família, os pais, avós, oferecem a preparação do alimento, com carinho aos filhos, netos, isso é gratuito, é amor. Oferece a moradia, compartilha o espaço é o abrigo.
Já pensou em quão gratuito é o amor de mãe? Depois que o filho nasce acabam-se as garantias de controle, de que o filho estará sempre ali, juntinho dela, e o que ela faz é cuidar ainda mais, com amor, é gratuito.
E a natureza, ainda bem, é gratuita, permite ver, sentir, admirar, relaciona-se com a gente, toda a gente. Embora eu reconheça a apropriação privada e comercializada de muitos espaços naturais.
É preciso mais gratuidade na vida, doar-se mais é ser livre, é ser feliz!

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